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Arquivo de Janeiro, 2009

Notícia sobre a memória do Holocausto divulgada na página de Cooperação Internacional do PSOE.

In Uncategorized on Janeiro 27, 2009 at 4:51 pm

blog Comunicação e Democracia

El PSOE condena el Holocausto y recuerda a todas sus víctimas

Destaque:

El 27 de enero se conmemora la liberación del campo de concentración de Auschwitz-Birkenau

Los dirigentes socialistas han señalado que la conmemoración tiene un carácter especial este año, ya que España ha sido admitida como miembro de pleno derecho en el Grupo para la Cooperación Internacional de Educación sobre el Holocausto, el Recuerdo y la Investigación. Esta organización, conocida como la “International Task Force”, se dedica a fomentar la investigación y el estudio del Holocausto como vacuna contra todo tipo de intolerancia y extremismo. Fue creada en 1998 por el primer ministro de Suecia, Goran Persson, y cuenta actualmente con 26 países.

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Veja abaixo a notícia integral divulgada na página da Secretaría de Política Internacional y Cooperación neste dia 27 Enero 2009.

Reproduzida integralmente aqui por Jacob (J.) Lumier .

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El PSOE se suma a los actos que se celebrarán el 27 de enero en todo el mundo para honrar la memoria de las víctimas del genocidio del régimen nazi -así como los perpetrados en Bosnia, Ruanda, Darfur y Camboya- y manifiesta su compromiso y solidaridad con las víctimas.

“Sólo manteniendo viva la memoria de los millones de víctimas aprenderemos de nuestros errores y evitaremos que se vuelvan a producir esas atrocidades. Por eso, nuestro compromiso con la dignidad de las personas, especialmente con las más desprotegidas, con las minorías étnicas, religiosas o sexuales está más fuerte que nunca”, han declarado los dirigentes socialistas Elena Valenciano, Secretaria de Política Internacional y Cooperación del PSOE; Pedro Zerolo, Secretario de Movimientos sociales, y Álvaro Cuesta, Secretario de Libertades Públicas y Derechos de Ciudadanía.

Los ejecutivos socialistas han recordado que en el régimen nazi murieron seis millones de judíos, víctimas de una maquinaria asesina de dimensiones industriales. También persiguieron a personas con minusvalías físicas o psíquicas (250.000 asesinados), a gitanos (200.000 asesinados), a homosexuales (50.000 asesinados) y a centenares de líderes intelectuales y religiosos de los países que el régimen de Hitler ocupaba militarmente.

Los dirigentes socialistas han señalado que la conmemoración tiene un carácter especial este año, ya que España ha sido admitida como miembro de pleno derecho en el Grupo para la Cooperación Internacional de Educación sobre el Holocausto, el Recuerdo y la Investigación. Esta organización, conocida como la “International Task Force”, se dedica a fomentar la investigación y el estudio del Holocausto como vacuna contra todo tipo de intolerancia y extremismo. Fue creada en 1998 por el primer ministro de Suecia, Goran Persson, y cuenta actualmente con 26 países.

“Han pasado 64 años desde la liberación de Auschwitz, pero el recuerdo de cada una de las víctimas de esa barbarie nos da fuerza para seguir luchando contra el racismo, la discriminación y la injusticia que, todavía hoy, perviven en muchos lugares del mundo”, han concluido Valenciano, Zerolo y Cuesta.

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Esta postagem se enlaça à página PSOE:MODERNIZAÇÃO E DEMOCRACIA.

Novo trabalho de Jacob (J.) Lumier online junto à Web da OEI.

In history, portuguese blogs, twentieth century on Janeiro 23, 2009 at 5:18 pm

Apresentação do novo ensaio sociológico de Jacob (J.) Lumier publicado online junto à Web da OEI:

Título: “CRÍTICA DA CULTURA E COMUNICAÇÃO SOCIAL”, e-book pdf 70 págs, OEI, Janeiro, 2009

“Para uma Sociologia do Romantismo”

Neste ensaio situamos a crítica da cultura pela análise do tradicional na modernização desenvolvida por Ernst Bloch nas antípodas de Max Weber.

Comentamos a leitura sociológica do Gótico Tardio na Alemanha pondo em relevo a história social na experiência das insurgências camponesas dos séculos XV e XVI como vinculada à história das heresias cristãs.

Tivemos em conta o interesse deste tema para a desmistificação da cultura de massa e da indústria cultural na atual voga de um romantismo chamado “Gothic”, não somente considerado como “gosto do obscuro”, mas indevidamente valorizado como “paixão das trevas”, que teria nascido de uma visão fantasmagórica da Idade Média atribuída aos românticos como Novalis.

Como se sabe, os simpatizantes do chamado “movimento gothic”, que fez a fama de certos grupos do Rock’n’roll, vendo no romantismo do século XIX uma “reabilitação” da Idade Média e do seu imaginário misterioso, nos dirão que os românticos são os responsáveis pelo surgimento da “gothic novel” ou “romam noir”, normalmente ambientados em castelos sombrios e ambientes tenebrosos.

Paralelamente ao embelezamento do passado no cultivado “mistério da História”, o romantismo literário do século XIX teria um “lado escuro” levando ao pessimismo, à loucura, aos sonhos, sombras, decomposição, queda, atração pelo abismo (trevas) e morte, bem como à urgência pela vida.

Para os simpatizantes do gothic, no “dark side” do romantismo se encontrariam praticamente todos os elementos fantásticos que fascinam a indústria cultural e atingem certas camadas da juventude nos dias de hoje.

Por contra, notando a ilegitimidade em valorizar o “lado escuro” do romantismo, nos agarramos ao ponto de vista de que toda a literatura afirma um horizonte, afirma a criação enlaçada à aspiração, de tal sorte que o Moyen âge do romantismo somente terá valor positivo uma vez integrado na historia da modernização, em especial na contradição não-contemporânea, de que nos fala Ernst Bloch.

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Complemento à páge < Sobre a Crítica da Cultura >

Os Critérios do Fato Literário e as Condições da Sociologia da Literatura.

In Derechos Humanos, direitos humanos, history, portuguese blogs on Janeiro 12, 2009 at 3:00 pm

Literatura e PoliticaResumo para o artigo ” A Sociologia da Literatura nas Relações Humanas”.

As dificuldades antepostas a uma sociologia da literatura ligam-se à orientação intelectual do chamado espírito burguês afirmando a independência total da cultura e da arte em relação às formas sociais, de tal sorte que a interpretação da arte não estaria contida na vida social. Daí surge o obstáculo da interdição pela sociedade. O receio de um efeito literalmente ameaçador da ordem torna o fato literário negado na sua significação, combatido como pura fantasia. Distingue-se uma espécie de respeito ao fato literário envolvendo-o em certo mistério.

Desta atitude provêm duas representações desfavoráveis à sociologia da literatura, seguintes: (a) – uma, a chamada teoria do gênio, que interpreta a figura do autor em termos do inexplicável e inesperado no concerto das paixões e dos pensamentos humanos; (b) – outra, referida à elaboração da obra, é a teoria romântica da inspiração, do mistério da criação, etc. Além disso, o espírito burguês pode levar os escritores a não gostarem de se ver integrados pela sociologia (Ver o Artigo de Albert MEMMI intitulado “Problemas de Sociologia da Literatura”, publicado como colaboração no Tratado de Sociologia-Vol. 2, dirigido por Georges Gurvitch., Porto, Iniciativas Editoriais, 1968 – 1ªedição em Francês: Paris, PUF,1960).

Pode-se observar algumas tentativas de pesquisa que, não obstante o pensamento objetivo, pouco favoreceram a sociologia da literatura. Umas porque mantiveram a opacidade intocável do fato literário; outras porque acentuaram a sua redução. No primeiro caso, resume-se a tentativa mais conhecida que foi a de TAINE, incluindo os seus colaboradores. No segundo caso, nota-se a tentativa marxista e a psicanalítica. Comenta-se que TAINE esperava fundamentar uma ciência positivista e determinista da literatura tomando como motivos de explicação (a) – a descoberta em cada escritor de uma faculdade mestra; (b) – a gênese dessa faculdade mestra a partir das suas três famosas condições: a raça, o meio e o momento.

O dogmatismo de TAINE é flagrante na analogia com as ciências naturais. No prefácio de sua obra “La Fontaine et ses Fables”, o ponto de vista naturalista vem a ser aplicado ao homem, tomando-o como um animal de espécie superior que produz as filosofias e os poemas pouco mais ou menos como os bichos da seda tecem os seus casulos e as abelhas elaboram os favos (Ibidem). Quanto aos seus continuadores, se repele o simplismo na aplicação do dogmatismo de TAINE, questionando-se, sobretudo a abordagem analítica redutiva na qual a obra literária, tida como mistério inefável e impenetrável, vem a ser reportada a um fator mais ou menos arbitrariamente escolhido.

Em relação à tentativa marxista, por sua vez, se lhe reconhece o mérito sociológico de empreender a inter-relação do espírito e das suas produções com os quadros sociais. O primeiro critério de análise marxista da obra literária é a fidelidade à realidade social. Nada obstante, a tentativa marxista de reduzir a literatura a um fato de conhecimento mediante a tipologia das visões de mundo atribuída a Georges Lukacs, é censurada por ameaçar a especificidade do fato literário. Ao traçar um método comum a todas as obras de pensamento tornou-se inevitável por conseqüência desprezar o que distingue precisamente o fato literário dos outros fatos . Censura idêntica se aplica à tentativa psicanalítica, em cuja abordagem necessariamente se tem de partir sempre de uma redução implicando uma negação da especificidade. Por contra, as condições de uma sociologia da literatura implicam a distinção entre fato literário e fato de conhecimento.

Leia o ensaio completo aqui.